Sunday, April 05, 2009






Max Plank, vencedor de um Prémio Nobel da Física, afirmou o seguinte:



"Não existe matéria como tal! Toda a matéria se origina e existe em virtude de uma força que faz as partículas de um átomo vibrarem e que mantêm esse minúsculo sistema solar unido. Devemos assumir, por trás dessa força, a existência de uma mente consciente e inteligente. Essa mente é a matriz de toda a matéria".



Comentário de Isabel:


Nesta Era, em que a Física e a Metafísica começam a tocar-se e os cientistas têm frequentemente que recorrer a uma linguagem poética por falta de termos adequados para descrever aquilo que descobrem da realidade, a citação de Max Plank indica a credibilidade com que a actual ciência encara a possibilidade de que, por detrás de tudo, exista uma MENTE, uma INTELIGÊNCIA que mantém unidas as partículas e que dá forma e sentido ao mundo que vemos (e ao que não vemos, mas é ainda mais real, pois lhe serve de suporte).


Mesmo autores agnósticos como Hubert Reeves, o famoso e poético astro físico, se referem à Vida com uma reverência quase sagrada e refrescante, depois de séculos em que a ciência dissecava a matéria comparando-a a um "mecanismo".


Que evolução do pensamento, desde o tempo em que a natureza era dissecada como "mecânica", para a era em que até as máquinas podem ser "inteligentes"!


Mas o mundo de robots decisores também não consegue ter grande apelo para quem tenha tido a VISÃO de uma VIDA transbordando da matéria em que a própria MATÉRIA é ENERGIA tornada MUNDO e SERES...


Os Hindús e os Budistas falam frequentemente da questão de MAYA - a ilusão ...


Mas a ilusão não residirá na existência de um mundo (que podemos experimentar) - mas antes na forma errónea como o interpretamos, através de sentidos que chegam a ser mais limitados que as formas de enxergar, ouvir e "aperceber" de muitos animais e pássaros.


Talvez que a ilusão não seja a realidade do mundo e de nós, mas a nossa identificação com a superficialidade dos passageiros pensamentos e emoções que, ao interferirem com a recta percepção DAQUILO QUE É, nos mantêm reféns de uma roda de acontecimentos e decisões ignorantes.


Para reflectirmos...


Isabel



Lisboa, 5 de Abril de 2009


(Fotos de Isabel).

Sunday, March 29, 2009






A sede de auto conhecimento tem sido a principal mola da evolução Humana, desde há milénios.

Embora tenha sido sempre uma minoria de seres humanos a destacar-se pela sua dedicação à Busca da Sabedoria, em décadas recentes esse número parece ter crescido, em face da maior abertura a este tipo de Sabedoria, mas talvez também porque as condições que apercebemos no mundo impelem à reflexão e auto análise.


Como poderemos saír do impasse em que se encontra a Humanidade, se não começarmos a procurar dentro de nós o que já descobrimos que nunca poderá vir de fora?


Conseguirá a Humanidade descobrir a tempo que tem acesso, no seu Coração e através de uma Inteligência iluminada de Compaixão, a poder construir um equilíbrio individual e uma felicidade geral?


Isabel



Comentário:


As interrogações/reflexões acima remetem-nos para a eterna questão de sabermos quem somos.


Quem sou eu?

O que faço aqui?

Para onde vou?


Enquanto permanecermos no velho paradigma de que "Somos um Corpo com Alma", certamente que evoluiremos somente à custa do sofrimento próprio e daquele que infligimos aos outros. Só através da consciencialização geral do novo paradigna de que "Somos uma Alma a experienciar através de um Corpo", poderemos contribuir para a massa crítica necessária para processar essa transformação tão necessária.


José António



Lisboa, 29 de Março de 2009



(Foto de Isabel)

Sunday, March 22, 2009





FÉ E INTENÇÃO




A fé não tem que ser cega.

Ela é a compreensão profunda das leis que regem o funcionamento da Natureza.

Estas leis vêm sendo descobertas pelos homens mais evoluídos ao longo dos tempos.



A maioria da Humanidade prefere ignorar essas leis e, em vez de as compreender e agir com adequação, ao se integrar no seu fluir, actua contra elas. E assim cria o seu próprio sofrimento e o dos outros.



E como deveria o Homem actuar de acordo com este sentido, impresso na Natureza? Talvez que a resposta a esta questão pudesse ser esta:



A intenção é a mais profunda ferramenta que o Homem possui para mudar-se a si e ao Mundo.

Uma forte intenção mantida persistentemente e assente em valores Éticos, desencadeia no Universo as forças correspondentes ao estado de vibração de quem formula a intenção.



José António



Lisboa, 22 de Março de 2009.




(Foto de Isabel)

Monday, March 16, 2009




"Um navio está seguro no porto - mas os navios não são feitos para isso..."

John A. Shedd



Não pude deixar de reflectir quando li esta citação, encimando um dos capitulos do livro de Dan Millman, "A Jornada Sagrada do Guerreiro Pacífico".


Talvez alguns de vós se lembrem dele, do filme "O Caminho do Guerreiro Pacífico".

Claro que, em Portugal, cheguei a ouvi-lo descrito como "um filme sobre ginástica"!!!
Se ainda não o viram, já saiu em DVD e talvez vos faça pensar, como aconteceu connosco.


Pois bem, agora surgiu um livro que é, não a história que deu origem ao filme, mas a sua continuação.


Já aí uma grande lição: as jornadas não se conquistam de uma vez por todas: quando chegamos ao fim de um percurso, ao fim de algum tempo, outro se apresentará, chamando-nos uma vez mais à necessidade de estarmos atentos, aprendermos e partilharmos o que encontrarmos.


Pois esta citação do navio fez-me realmente pensar se não se passará o mesmo connosco, seres humanos frequentemente pequenos e facilmente assustados perante o vasto universo e a certeza de mudança...


Mas, tal como os navios, talvez aquilo que nos é mais confortável não seja o que mais nos faz aprender nem nos ajuda a realizar a nossa potencialidade.



Lança-te ao mar,

Navio,

E nada temas...

Tuas velas

podem ser pequenas

e as ondas batendo na amurada

assustadoras e frias...


Mas eis que a Sul

Brilha a Estrela guia

e a noite

dá origem ao dia

e o caminho se faz Vida Maior

Obra,

Arte e

Amor...



Isabel


(Fotos de Isabel)


Saturday, March 07, 2009




Poema de José António em 5 Março 2009


Quem sente mágoa?

Quem sente tristeza?

É você feito de água

Ou é outra subtileza?



Esquecer para não lembrar

Lembrar para não esquecer

Quem será que quer amar

Quem será esse eterno SER?



Outras dimensões existem

Pacíficas, de paz e LUZ

Não conflituam, persistem

No amor que sempre reluz



Comentário de Isabel:


Este poema recorda-nos, quando estamos no meio da tempestade ou dos terríveis obstáculos que a VIDA frequentemente nos apresenta, que podemos encontrar dentro de nós um terreno mais firme, se procurarmos compreender QUEM está angustiado pelo fragor da tempestade...


Quem se angustia em mim?

Terei eu, necessariamente, que me identificar com a minha personalidade que sofre, deseja, teme e se rebela contra a injustiça?

Ou teriam os gegos razão, quando afirmavam que a "persona" mais não é que uma máscara ?


A nossa personalidade é talvez a única coisa que começamos por conhecer, até um dia termos uma daquelas experiências que nos revelam que há níveis bem mais profundos do SER.


Por isso, quando questionamos "quem sente mágoa" ou "quem sente tristeza", estamos em busca de um nível mais profundo, em que o silêncio se faz LUZ e se descobre uma PAZ tranquilizadora e fraterna.


(Foto de Isabel)
A nossa Amiga Fragmentus GuViDu atribuiu-nos o SELO BLOGUE DOURADO,



e nós gostávamos de partilhá-lo com os seguintes Amigos:



MARIZ - http://mariz2.blogspot.com/



CHICA - Cuidando do Nosso Canteiro http://cuidandodonossograndecanteiro.blogspot.com/



ALEXANDRA - A Kind of Magic http://alex13-alexandra.blogspot.com/



ANTÓNIO GALLOBAR - http://galobar2008.blogspot.com/



JORGE MOREIRA - http://jorgemoreirashakti.blogspot.com/


CARLA do blogue Serenidade - http://serenidade3.blogspot.com/


CARLA SOFIA do blogue - http://universosquestionaveis.blogspot.com/


Embora aqui não estejam todos os Amigos, não estão esquecidos os outros!

Um abraço da ISABEL e do JOSÉ ANTÓNIO

Monday, March 02, 2009




TEMPO SEM TEMPO

Sentei-me no alto da montanha
Deixando que a brisa me afagasse
E a imensidão era tal e tamanha
Que não dei que o tempo passasse

Envolveu-me o horizonte e assim
As nuvens eram todas o meu SER
Fiquei sem saber se fiquei ou se vim
Ou sequer se sonhei ou estava a ver

O Universo era apenas o meu lar
Não podendo dizer que era meu
Era uma brisa, aquele suave afagar
Que todo o potencial prometeu

Já não sabia sequer onde estava
Se saía, entrava; se voava ou dormia
Era um outro estado que me transportava
Era apenas uma indescritível alegria

Dali também se avistava todo o mar
Que penetrou meu ser em gotículas
Nasceu em mim toda a vontade de amar
Todos os seres e todas as partículas

Era um outro estado, outra dimensão
Onde tudo se fundia e completava
Era a Vida Una no meu imenso coração
Que inevitável e subitamente despertava

Não sei se um segundo apenas teria passado
Ou uma alguma viagem à eternidade
Quando despertei senti que estava mudado
Eu e tudo o que existe éramos a VERDADE

Nesse fragmento de tempo sem tempo algum
Não quis ser aquilo que não sabia se existia
Senti que tudo e todos éramos somente UM
E que a Vida se desenrola com entrega e magia

E de regresso ao nosso tempo presente
Paira no ar aquela fragrância perfumada
Pensamos, logo existimos, como se sente
Ao percorrer esta via da nova alvorada

Lisboa, 27 de Fevereiro de 2009


José António


(Foto de Isabel)

Saturday, February 28, 2009




Aqui vos deixamos um novo desafio:


Irem conhecer um novo blogue de Amigos:


Sunday, February 22, 2009




SER, simplesmente...


"Quando tomas conhecimento de alguma coisa, é sempre um conhecimento parcelar, pontual.

Mas, quando tomas conhecimento do Espírito, tornas-te CONSCIÊNCIA.

Quando isso acontece, todas as perguntas se dissolvem, porque te encontras no útero da REALIDADE, onde todas as coisas simplesmente SÃO".


Deepak Chopra.


Comentário:


Para que esse momento possa existir só tens que fechar os olhos, respirar fundo e deixar que as coisas fluam por si. A tua mente tem que estar serena, deixando que acedas a tudo aquilo que É.


José António



Poema de Isabel:



A estrada

sinuosa

serpenteia...


Túneis de Árvores

verdes

formam álias

por onde avanço...


O Céu

é uma abóbada

de Luz

que me chama

à VIDA.


Respiro plenamente

e sei

que nada me pressiona.

Posso apenas SER,

como quem respira

ou sorri...


(foto de Isabel).



Sunday, February 15, 2009






PRESENÇA...



ACEITAR O QUE É

Quando estamos perante um facto catastrófico (uma doença incurável; a morte de um ente querido ou algo pelo qual não podemos fazer mais nada), por paradoxal que pareça, surge dentro de nós uma paz indescritível por palavras.



É que, nesse momento, a nossa mente, posta perante factos irreversíveis, pára de “tagarelar” e sente-se apenas uma PRESENÇA que aceita.



Porquê esperar por uma situação terrível, para fazer entrar em cena essa presença, se podemos fazê-lo quando quisermos?

José António



15/Fevereiro/2009

(Foto de Isabel)


Sunday, February 01, 2009



"Olhar" não, VER!


Quando será que conseguiremos VER algo, alguém ou alguma coisa, sem que a nossa mente condicionada interponha primeiro todos os seus conceitos, noções e ideias?


É que, assim, não vemos AQUILO QUE É, mas antes a "noção" que temos do que estamos a ver.


A esta nova maneira de ver, sem ideias já feitas, chamamos OLHAR INOCENTE, tal como o de uma criança que apenas observa, sem fazer comentários.


É que esta forma de olhar é a única maneira revolucionária de VER AQUILO QUE É.


À outra forma de olhar, chamamos "mente condicionada".

Mas, se olharmos sem juízos de valor, com a INOCÊNCIA da criança, só isso já revoluciona totalmente o nosso modo de VER.


José António


Lisboa, 01 de Fevereiro de 2009.



"Abri os olhos...

A Luz entrou por mim
Como quem abre caminho
Iluminando o interior...

A beleza de tudo
Bateu em mim
Como um coração em sobressalto.

VER!
Que Bênção luminosa consciente!
Olho-te e o meu olhar é uma carícia.

Sem juízos, mas nunca indiferente,
A ternura do olhar
É suave como a simples Alegria."

Poema de Isabel em 01/01/09.


(Foto de Isabel).

Monday, January 26, 2009




Sempre que ages (ou não), sempre que pensas, sentes ou intuis, estás a criar, mesmo que inconscientemente, um campo de forças, activado pela qualidade da tua INTENÇÃO.


Este vai interagir, ou inscrever-se, no vasto campo energético universal, produzindo ligações com outros campos afins, já existentes no Cosmos.


Estas ligações ou interacções dão lugar a determinados efeitos.


Tal devia fazer-nos pensar muito seriamente antes de pensarmos, agirmos ou não agirmos.


José António


Lisboa 26 de Janeiro de 2009


(Foto de Isabel).

Sunday, January 18, 2009


FERNANDO PESSOA sobre a CONSCIÊNCIA:


"A flor flore sem querer

Sem querer a gente pensa

O que nela é florescer,

É em nós ter consciência"




Será a consciência, como advogam os Místicos e os Sábios, algo de constitutivo do próprio SER?

Será a consciência só aquilo que vulgarmente identificamos com a nossa mente que pensa e fala interminávelmente, no nosso interior, ou haverá outros níveis que, mais indescerníveis para a nossa mente discursiva, só em determinadas circunstâncias se nos revelam? Por exemplo, em determinadas situações limite, ou em estados de consciência chamados de "alterados"?

Que consciência tenho de mim quando desperto?

Que consciência quando, ainda no berço, olhava e ouvia e sentia o aroma e o gosto de todas as coisas novas de uma vida em início?

Prestando atenção à consciência, em cada momento em que ela em nós se manifesta, partamos à descoberta daquilo que nos irmana com Humanos, Flores, Pensamentos, Sol, Estrelas e Firmamento.

Isabel

(Texto e Fotos)

Sunday, January 11, 2009


Uma só Vida...



A Vida, o Cosmos, a Realidade Última, Deus, ou qualquer outra designação que queiramos usar, refere-se a algo que nos transcende. Expressa-se através das Leis da Física clássica, para os objectos sólidos, e das Leis da Física Quântica, para tudo quanto é infinitésimamente pequeno...

Ambas as expressões constituem um Todo Único, funcionando simultêneamente em diversos planos entrelaçados.


José António



Sentir a Terra a palpitar

E a respiração do Oceano

Arder com o Sol e amar

E na Brisa pairar, flutuando...

Isabel

(Foto de Isabel)

Saturday, January 03, 2009


Reflexões neste regresso de uma ausência prolongada...


No meio da desordem, da tristeza, da dor e das desilusões que, mesmo sem o sabermos, atraímos para as nossas vidas, há sempre um espaço em cada um de nós, que é sereno, abrigado e de paz...

É como o olho do furacão, ou como as águas profundas do mar, que ficam alheias às tempestades que ocorrem à superfície.

É nesse espaço que nos devemos recuperar e repousar.

É aí que ouvimos aquela voz que nos diz:

És muito mais que dores, sofrimento ou alegrias.
És Consciência eterna e paz...

É o que tu és...

JOSÉ ANTÓNIO



Por vezes, pode parecer impossível que exista esse silêncio, que não é um vazio, mas um íntimo conforto inesperado...
No meio da turbulência e do ruído quase perpétuo da sociedade actual, que nos deixa incapazes de lidar com a ausência de ruído, como reverter para esse âmago do nosso Ser?

Que descoberta para fazermos!

ISABEL

Friday, May 02, 2008



RESPOSTA ao 3º. Desafio do ERMIT@:



José António:

A CRIANÇA pela MANHÃ corria
Alheia a qualquer OBSTRUÇÃO
Rumo àquela profunda alegria
Que lhe inundaria seu coração

Sua SILHUETA era liberdade
Ao AFASTAR o ORVALHO matinal
Indiferente à VULNERABILIDADE
Em demanda do Santo Graal

Seu CONSELHEIRO interior
Em voz baixa lhe murmurava:
A MORTE é uma TAPEÇARIA
Que, com a vida, nunca acaba

A alegria por fim a si chegou
EXPONENTE duma eterna CENA
O sol por fim alcançou
Entregue ao momento. Sem pena!


ISABEL:

A MORTE é o EXPONENTE
De uma vida bem vivida:
A CRIANÇA de repente
Tornou-se um homem diferente
E viveu toda uma vida...

Ao morrer, viu perpassar
Como uma TAPEÇARIA,
Tido o que fez rir ou chorar,
A PENA, a dor e a alegria...

Veloz e em SILHUETA
Viu da vida todos os contornos...
Sentiu a VULNERABILIDADE
De se AFASTAR dos seus sonhos
E de tudo o que conhecia...

Sentia que perdia
Da vida o alento
E, em dado momento,
Desejou um CONSELHEIRO
Que ajudasse a passar
Este momento primeiro
Do outro lado do olhar...

Ultrapassando a OBSTRUÇÃO
Criada pelo seu passado,
Abrindo o seu coração
Ao que lhe reserva o fado,
Descobre que cedo chega
Ao outro lado da MANHÃ,
Onde reluz o ORVALHO
E nenhuma prece é vã.

E com essa confiança
Recupera a CRIANÇA
Que em tempos foi, e avança
Em direcção à Liberdade
E à Terra da Verdade.

ISABEL e JOSÉ ANTÓNIO


Lisboa 2 de Maio de 2008


(Foto de Isabel)

Monday, April 07, 2008


LOCAL DE PAZ



No meio da desordem, da tristeza, da dor e desilusões, que o nosso ego nos proporciona, há sempre um espaço, em cada um de nós, que é sereno, abrigado e de paz. É como o olho do furacão ou as águas profundas do mar, que ficam alheias às tempestades que ocorrem à superfície. É nesse espaço que nos devemos recuperar, repousar. É aí que ouvimos aquela voz que nos diz: “ És muito mais que dores, sofrimentos ou alegrias. És Consciência Pura Eterna e ès Paz. É o que tu, na essência, ÉS.

José António



Queridos Amigos,


Estamos de regresso depois de uma LONGA pausa forçada por demasiado trabalho e outros pequenos problemas.


Esperamos de todo o coração conseguir reatar o são convívio que sempre aqui fizemos...


Um abraço nosso para todos,


Isabel


Foto de Isabel durante o fim de semana de Páscoa.

Monday, July 09, 2007





O TODO




"Sob as aparências do Universo, do Tempo, do Espaço e da Mobilidade,

está sempre encoberta a Realidade Substancial: a Verdade fundamental"

Caibalion



José António:



Todas as coisas que os Seres Humanos consideram como reais, não são mais que manifestações, as mais diversas, da Realidade Oculta, que dá origem e impregna toda a vida manifestada.




Isabel:




A manifestação não deixa assim de ser REAL, mas a sua realidade não reside nas características transitórias a que normalmente damos importância, mas antes no facto de tudo aquilo que nos rodeia e também aquilo que somos estar constantemente a ser re-criado a partir de uma única ORIGEM: a VIDA UNA.




(foto: Isabel)

Sunday, June 24, 2007


ORIGEM DA VIDA...




A vida começou do nada...

E esse nada continha tudo, como se alguém tivesse pensado tudo isto

como uma grande e complexa ideia...

Como disse Fernando Pessoa:

"Deus quer, o homem sonha, a obra nasce"...


José António



Comentário de Isabel:


Para os Hindús, a génese da criação está na mente de Deus.

Para outras tradições orientais, a mente tem o poder de criar e de interferir na realidade.

O homem pode sonhar...

Estará ele a sonhar os seus próprios sonhos, ou a apercebê-los na mente de Deus?

Se a minha mente interfere na Realidade, então educar a mente poderá ser um passo válido

PARA CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR e gente MAIS FELIZ?



(foto de Isabel - "A Criação do Mundo")

Sunday, June 10, 2007




"O oposto da morte é o nascimento e não a vida. A vida, que na sua essência é consciência, é eterna e não tem oposto. Não existe morte, apenas a metamorfose de formas de vida, consciência sob esta ou aquela forma. É esta a verdade libertadora." ECKHART TOLLE



Vinda das profundezas do TUDO e do NADA, que estão contidas no TODO abstracto, a vida é contínua e eterna. Expiramos e inspiramos, tal como os dias e as noites se sucedem, as estações do ano e as marés baixa e alta; tal como o BIG BANG e o BIG CRUNCH.


José António
(Foto de Isabel)