Sunday, April 05, 2009
Sunday, March 29, 2009
Sunday, March 22, 2009
Monday, March 16, 2009
Não pude deixar de reflectir quando li esta citação, encimando um dos capitulos do livro de Dan Millman, "A Jornada Sagrada do Guerreiro Pacífico".
Saturday, March 07, 2009
Quem sente mágoa?
e nós gostávamos de partilhá-lo com os seguintes Amigos:
MARIZ - http://mariz2.blogspot.com/
CHICA - Cuidando do Nosso Canteiro http://cuidandodonossograndecanteiro.blogspot.com/
ALEXANDRA - A Kind of Magic http://alex13-alexandra.blogspot.com/
ANTÓNIO GALLOBAR - http://galobar2008.blogspot.com/
JORGE MOREIRA - http://jorgemoreirashakti.blogspot.com/
CARLA do blogue Serenidade - http://serenidade3.blogspot.com/
CARLA SOFIA do blogue - http://universosquestionaveis.blogspot.com/
Embora aqui não estejam todos os Amigos, não estão esquecidos os outros!
Um abraço da ISABEL e do JOSÉ ANTÓNIO
Monday, March 02, 2009
Sentei-me no alto da montanha
Deixando que a brisa me afagasse
E a imensidão era tal e tamanha
Que não dei que o tempo passasse
Envolveu-me o horizonte e assim
As nuvens eram todas o meu SER
Fiquei sem saber se fiquei ou se vim
Ou sequer se sonhei ou estava a ver
O Universo era apenas o meu lar
Não podendo dizer que era meu
Era uma brisa, aquele suave afagar
Que todo o potencial prometeu
Já não sabia sequer onde estava
Se saía, entrava; se voava ou dormia
Era um outro estado que me transportava
Era apenas uma indescritível alegria
Dali também se avistava todo o mar
Que penetrou meu ser em gotículas
Nasceu em mim toda a vontade de amar
Todos os seres e todas as partículas
Era um outro estado, outra dimensão
Onde tudo se fundia e completava
Era a Vida Una no meu imenso coração
Que inevitável e subitamente despertava
Não sei se um segundo apenas teria passado
Ou uma alguma viagem à eternidade
Quando despertei senti que estava mudado
Eu e tudo o que existe éramos a VERDADE
Nesse fragmento de tempo sem tempo algum
Não quis ser aquilo que não sabia se existia
Senti que tudo e todos éramos somente UM
E que a Vida se desenrola com entrega e magia
E de regresso ao nosso tempo presente
Paira no ar aquela fragrância perfumada
Pensamos, logo existimos, como se sente
Ao percorrer esta via da nova alvorada
Lisboa, 27 de Fevereiro de 2009
Saturday, February 28, 2009
Sunday, February 22, 2009

Sunday, February 15, 2009

PRESENÇA...
ACEITAR O QUE É
Quando estamos perante um facto catastrófico (uma doença incurável; a morte de um ente querido ou algo pelo qual não podemos fazer mais nada), por paradoxal que pareça, surge dentro de nós uma paz indescritível por palavras.
É que, nesse momento, a nossa mente, posta perante factos irreversíveis, pára de “tagarelar” e sente-se apenas uma PRESENÇA que aceita.
Porquê esperar por uma situação terrível, para fazer entrar em cena essa presença, se podemos fazê-lo quando quisermos?
José António
15/Fevereiro/2009
(Foto de Isabel)
Sunday, February 01, 2009
"Abri os olhos...
A Luz entrou por mim
Como quem abre caminho
Iluminando o interior...
A beleza de tudo
Bateu em mim
Como um coração em sobressalto.
VER!
Que Bênção luminosa consciente!
Olho-te e o meu olhar é uma carícia.
Sem juízos, mas nunca indiferente,
A ternura do olhar
É suave como a simples Alegria."
Poema de Isabel em 01/01/09.
(Foto de Isabel).
Monday, January 26, 2009
Sunday, January 18, 2009
Será a consciência, como advogam os Místicos e os Sábios, algo de constitutivo do próprio SER?
Será a consciência só aquilo que vulgarmente identificamos com a nossa mente que pensa e fala interminávelmente, no nosso interior, ou haverá outros níveis que, mais indescerníveis para a nossa mente discursiva, só em determinadas circunstâncias se nos revelam? Por exemplo, em determinadas situações limite, ou em estados de consciência chamados de "alterados"?
Que consciência tenho de mim quando desperto?
Que consciência quando, ainda no berço, olhava e ouvia e sentia o aroma e o gosto de todas as coisas novas de uma vida em início?
Prestando atenção à consciência, em cada momento em que ela em nós se manifesta, partamos à descoberta daquilo que nos irmana com Humanos, Flores, Pensamentos, Sol, Estrelas e Firmamento.
Isabel
(Texto e Fotos)
Sunday, January 11, 2009
Sentir a Terra a palpitar
E a respiração do Oceano
Arder com o Sol e amar
E na Brisa pairar, flutuando...
Isabel
(Foto de Isabel)
Saturday, January 03, 2009
No meio da desordem, da tristeza, da dor e das desilusões que, mesmo sem o sabermos, atraímos para as nossas vidas, há sempre um espaço em cada um de nós, que é sereno, abrigado e de paz...
É como o olho do furacão, ou como as águas profundas do mar, que ficam alheias às tempestades que ocorrem à superfície.
É nesse espaço que nos devemos recuperar e repousar.
É aí que ouvimos aquela voz que nos diz:
És muito mais que dores, sofrimento ou alegrias.
É o que tu és...
JOSÉ ANTÓNIO
Por vezes, pode parecer impossível que exista esse silêncio, que não é um vazio, mas um íntimo conforto inesperado...
Que descoberta para fazermos!
ISABEL
Friday, May 02, 2008
A CRIANÇA pela MANHÃ corria
Alheia a qualquer OBSTRUÇÃO
Rumo àquela profunda alegria
Que lhe inundaria seu coração
Sua SILHUETA era liberdade
Ao AFASTAR o ORVALHO matinal
Indiferente à VULNERABILIDADE
Em demanda do Santo Graal
Seu CONSELHEIRO interior
Em voz baixa lhe murmurava:
A MORTE é uma TAPEÇARIA
Que, com a vida, nunca acaba
A alegria por fim a si chegou
EXPONENTE duma eterna CENA
O sol por fim alcançou
Entregue ao momento. Sem pena!
ISABEL:
A MORTE é o EXPONENTE
De uma vida bem vivida:
A CRIANÇA de repente
Tornou-se um homem diferente
E viveu toda uma vida...
Ao morrer, viu perpassar
Como uma TAPEÇARIA,
Tido o que fez rir ou chorar,
A PENA, a dor e a alegria...
Veloz e em SILHUETA
Viu da vida todos os contornos...
Sentiu a VULNERABILIDADE
De se AFASTAR dos seus sonhos
E de tudo o que conhecia...
Sentia que perdia
Da vida o alento
E, em dado momento,
Desejou um CONSELHEIRO
Que ajudasse a passar
Este momento primeiro
Do outro lado do olhar...
Ultrapassando a OBSTRUÇÃO
Criada pelo seu passado,
Abrindo o seu coração
Ao que lhe reserva o fado,
Descobre que cedo chega
Ao outro lado da MANHÃ,
Onde reluz o ORVALHO
E nenhuma prece é vã.
E com essa confiança
Recupera a CRIANÇA
Que em tempos foi, e avança
Em direcção à Liberdade
E à Terra da Verdade.
ISABEL e JOSÉ ANTÓNIO
Monday, April 07, 2008

No meio da desordem, da tristeza, da dor e desilusões, que o nosso ego nos proporciona, há sempre um espaço, em cada um de nós, que é sereno, abrigado e de paz. É como o olho do furacão ou as águas profundas do mar, que ficam alheias às tempestades que ocorrem à superfície. É nesse espaço que nos devemos recuperar, repousar. É aí que ouvimos aquela voz que nos diz: “ És muito mais que dores, sofrimentos ou alegrias. És Consciência Pura Eterna e ès Paz. É o que tu, na essência, ÉS.
José António
Monday, July 09, 2007
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Sunday, June 24, 2007
ORIGEM DA VIDA...

